No centro do Isolamento
Sábado, 16 de Julho de 2005
Transparente
Amanso o corpo e o coração
Florido
Que nem miúdo em diversões
Perdido
Feliz não mas compensado
Compreendido

Já não me escondo sob árvores mortas
Céu castanho, cinzento
Já não me consumo nem comprometo
Minha liberdade
Louca ambiguidade
De rapaz só em si, nunca ausente
Mas de uma existência transparente
Que invade o corpo a todos.


publicado por V. Pimenta às 22:31
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