No centro do Isolamento
Terça-feira, 9 de Agosto de 2005
(Deixa-me morrer sobre ti)
Do teu rosto elevam-se penhascos
Em belos insultos de vertigem
Sobre uma paisagem que me envolve no húmus quente

Como se crescesse em teu ventre
Deixa-me morrer sobre ti
Em prantos calmos e aguados
Sobre teu corpo de montanhas e vales aconchegados
Morrer em teus beijos e toques sábios
Numa morte que me ampare
Enquanto desfaleço sobre os teus lábios.


publicado por V. Pimenta às 01:39
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4 comentários:
De Anónimo a 11 de Agosto de 2005 às 23:43
LOL. Já não ouvia a palavra humus há muito muito tempo... Decididamente temos poeta!
Abraço, e k chova muito na tua terra fértil!NO
</a>
(mailto:)


De Anónimo a 11 de Agosto de 2005 às 14:27
Ressalvo - encostas do Marão. Maria do Céu
(http://madrigal.blogsome.com/category/maria-do-ceu-costa/)
(mailto:mariaceucosta@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Agosto de 2005 às 14:25
Este seu poema faz-me lembrar as encontas do Marão. Bonito trabalho, gostei. Cumprimentos.Maria do Céu
(http://madrigal.blogsome.com/category/maria-do-ceu-costa/)
(mailto:mariaceucosta@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Agosto de 2005 às 14:16
Assim a morte seria a melhor parte da vida...
Um abraço.João da Cal
(http://www.syncope.blogspot.com)
(mailto:joaodacal_syncope@hotmail.com)


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