No centro do Isolamento
Quinta-feira, 13 de Outubro de 2005
rio de solidão
rios.bmp

Vejo-te ao longe
Repousado sob a neblina
Que confunde meus olhos com as cores do Céu.

Segues calmo
Teu caminho remoto e dourado
Sob a superfície insossegado quanto eu.

Um rio de solidão
Que passa apercebido e apaixonado
Na singularidade com que toca as margens
Qual amante breve
De coraçao noutras paragens...


publicado por V. Pimenta às 14:08
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1 comentário:
De Anónimo a 26 de Outubro de 2005 às 11:00
Conheco essas paisagens e esses caminhos, só que noutras paragens. São belas as paisagens e à felcidade nos levariam esses caminhos... pena que a outra margem a que separa a realidade da poesia, seja assim tão violenta, para quem a tão artísticamente a pinta...
Grande Abraço.João da Cal
(http://www.syncope.blogspot.com)
(mailto:joaodacal_syncope@hotmail.com)


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