No centro do Isolamento
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2004
Portas Abertas
O meu corpo padece
De uma vontade intrínseca
Que me mantenha acordado
No entanto ando cansado
E a minha mente apodrece
É mais alívio que consolo.
Faço uma vida de tolo
A que ninguém dá valor
E vou sacrificando o amor
Em teimosias de parolo.
Se Braga me fosse fácil
E tivesse tudo o que queria
Aborreciam-me as ofertas
Aproveitava as portas abertas
E precocemente fugiria


publicado por V. Pimenta às 10:20
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1 comentário:
De Anónimo a 29 de Janeiro de 2004 às 10:29
Tens muito jeito gostei muito parabens.
E vives numa cidade muito bonita só é pena ser fria.
Se quizeres dá uma olhade-la no meu blog.
http://osonho.blogs.sapo.pt/
Paulo Branco
(http://osonho.blogs.sapo.pt/)
(mailto:paulojrtb@sapo.pt)


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