No centro do Isolamento
Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2004
Fábula de Café

Nunca julgo almas


Se elas fazem como eu


Não é imitando os outros


Que mostram aquilo que é seu


E vejo-me no paradoxo


De enrolar de cantiga


A condição que me intriga


E o que o povo faz nosso


Como cães que se matam pelo osso.


Se ainda fosse por prata


Tanta iniquidade


Valeria vender a verdade


Ao preço do pastel de nata



publicado por V. Pimenta às 11:56
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1 comentário:
De Anónimo a 29 de Janeiro de 2004 às 13:29
Gostei muito dos teus poemas, soam a familiar.Marta
(http://minhaalma.blogspot.com/)
(mailto:msmo44@hotmail.com)


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