No centro do Isolamento
Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2004
(sem título)
Conto dias difíceis
Quando adio definir-me
E vejo fugir-me
A areia entre os dedos.
Sou corrompido por medos
Que construo na ilusão
Mas sobra-me a dor no coração
De me saber amado em segredos.
Pena que só embriagados
Nos revelemos amorfos
De uma vontade de outros
Que nos vai castrando os esforços.
No entanto não sossego nem durmo
Com a ansiedade hesitante
E vai morrendo o amante
Em insónias e terror nocturno.
No entanto os dias surgem
E nada me trazem de novo
Apenas renasce a miragem
De não se extingir este fogo


publicado por V. Pimenta às 15:52
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2 comentários:
De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2004 às 21:02
parabéns puto... és um borrachão, mas escreves bem...Martinho (todo fudido)
(http://teoriazero.blogspot.com)
(mailto:martx@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2004 às 20:34
Este jobem, kdo fala , fala bem!!!é k não gagueja nem nada. Os meus parabens!! continua a "falar poêma"!!!
ALex
</a>
(mailto:)


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