No centro do Isolamento
Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2004
Casa vazia
A minha cama
É leito frio
De pés gelados
Espasmos de alma
Onde cheio de medo
Durmo com o vazio.
Casa enorme
Lar de penumbra
Do eco sombra
De silêncio nobre.
E tenho terror ao tédio
Filho forçado da solidão
E sinto-me um velho
Sujo que tresanda a isolamento
A puxar lagrimas a cada momento
Preso de pensamento
Confinado à televisão.
Vale-me o corpo jovem
E as pernas que me levam
Da angustiante clausura
Livre da firme mordedura
Do sono prolongado


publicado por V. Pimenta às 18:45
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1 comentário:
De Anónimo a 8 de Fevereiro de 2004 às 00:43
Mto bem continua tens mto jeito pa coisa.João Rodrigues
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(mailto:)


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