No centro do Isolamento
Sexta-feira, 2 de Abril de 2004
Pensamentos próximos e distantes
Seguro uma espada de dois gumes
Que me corta as mãos em sangue.
Inseguro no golpe
Só me vejo a morrer na hemorragia

***

As Igrejas tornam-se titãs de pedra
O casario, mausoléus de gigantes
E perco-me no labirinto das juntas na calçada
Diminutivo de uma amostra de homem


***

Não tenho jangada nem madeira que a faça
E me leve daqui, tísico na alma
Preso na ressaca da minha inconstância
Isolado no meio de todos
Na claustrofobia da circunstância


***

E de repente se enche de cores
O vazio negro da minha mente
Que crescia na penumbra da demência
Agora, a loucura da falta de gente
Se resume ao delírio em tua ausência


publicado por V. Pimenta às 18:06
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