No centro do Isolamento
Quinta-feira, 22 de Abril de 2004
(Av.central na minha mente)
Sopro de vida em meu monótono caminho
Pensar nos quadros que me surgem no percurso
O cinzento homogéneo do céu e do chão de pedra
E o meu rosto enraizado de um cabelo cor de erva.

Ar puro, ver o mar de gente e sombras dela
O quadro perfeito, a seca tinta na cinzenta tela
Sombrias almas em corpos dormentes
Já se deixavam morrer alguns deles
Sob a chuva, mágoas correntes…



publicado por V. Pimenta às 16:19
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3 comentários:
De Anónimo a 27 de Abril de 2004 às 09:10
algo só possível por um cosmos de talento e mestria....Mux
</a>
(mailto:)


De Anónimo a 25 de Abril de 2004 às 18:25
Pá. eu axo que nao, mas foi uma musicalidade momentanea.Pi_menta
</a>
(mailto:)


De Anónimo a 25 de Abril de 2004 às 01:51
curti a parte da sombra da gente,e a seca tinta na cinzenta tela(será q querias dizer alg coisa c esses 4 t presentes neste verso??).
Tá mto fixe contínua.AbraçoJoão Rodrigues
(http://teoriazero.blogspot.com)
(mailto:agaethis@sapo.pt)


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