No centro do Isolamento
Sábado, 26 de Junho de 2004
Cela
Estranho o eu que já não fala
O fumo mudo que se esvaiu à minha frente....
Sou mais um no meio desta gente
Que se vê orgulhosa neste êxtase intermitente.

Os dias crescem e eu morro diminuto
Como que a noite me estreitasse a vida com ela.
Uma alma vendida, a minha
Um sopro fraco nesta imensa cela
Um amor no nada, absoluto....


publicado por V. Pimenta às 01:47
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